domingo, 14 de maio de 2017

A entrevista




Entrevista realizada...
 Com crianças de 7 e 8 anos de idade sobre suas mães, cursando o ensino fundamental da Espanha. As respostas abaixo foram consideradas as mais interessantes.
QUEM É O CHEFE DA SUA CASA?
1.    Acho que a minha mãe, porque ela tem muito mais coisas a fazer do que meu pai.
POR QUE DEUS FEZ O DIA DAS MÃES?
1.    Porque elas são as únicas que sabem onde estão as coisas em casa.
COMO DEUS FEZ AS MÃES?
1.    Com mágica, superpoderes e misturou tudo muito bem.
QUE INGREDIENTES ELE USOU?
1.    Nuvem, cabelo de anjo e tudo de bom que há no mundo e uma pitada de mal.
POR QUE DEUS TE DEU SUA MÃE E NÃO OUTRA MÃE?
1.    Porque Deus sabia que ela seria mais minha mãe do que outras mães.
POR QUE SUA MÃE SE CASOU COM SEU PAI?
1.    Minha avó diz que é porque ela não pensou direito.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE AS MAMÃES E OS PAPAIS?
1.    As mamães trabalham no trabalho e em casa, os papais só vão ao trabalho!
2.   As mães sabem falar com as professoras sem assustá-las.
3.   Os papais são mais altos e fortes, mas as mamães têm o verdadeiro poder porque você tem de pedir pra elas quando quer dormir na casa de um amigo.
4.    As mães são mágicas porque elas fazem você se sentir bem sem remédio.
O QUE SUA MÃE FAZ NO TEMPO LIVRE?
1.    Mães não têm tempo livre
SE VOCÊ PUDESSE MUDAR ALGO EM SUA MÃE, O QUE SERIA?
1.    Eu queria que desaparecessem os olhos invisíveis que ela tem atrás da cabeça!
Feliz dias das mães, porque um dia é pouco!

Quando Deus criou as mães



QUANDO DEUS CRIOU AS MÃES
Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.
Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.
Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.
Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.
Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.
Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.
Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.
Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.
O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.
Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.
De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.
Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.
Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.
Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.
Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.
Uma mulher. Uma mãe.
Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.
Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.
Redação do Momento Espírita

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Rimário da Alma




RIMÁRIO DA ALMA
Tudo volta – diz o povo -,
Dor, amor, lembrança, olvido...
Tudo aparece de novo
Menos o tempo perdido.
A dor, se tem esperança,
Nunca se perde na estrada;
É mágoa, mas lembra a sombra
De uma noite enluarada.
Ensino para qualquer
De nossos irmãos terrenos:
Muita vez, quem mais nos quer
É quem nos entende menos.
Definir felicidade,
Às vezes, é ser mais triste;
Quem é feliz de verdade
Nunca soube se ela existe.
Toda pessoa carrega
Um sonho de amor e paz...
Saudade viva do Céu,
Que só no Céu satisfaz.
pelo Espírito Deraldo Nevile, Do Livro: Trovas Do Outro Mundo, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.