domingo, 12 de maio de 2013

"Essência da Vida" 
parabeniza todas as mamães do mundo 
com muito Carinho, Luz e Amor

As profissões de minha Mãe

Minha mãe foi, com certeza, a mulher que mais profissões exerceu em toda sua longa vida, sem ter sequer concluído o curso fundamental.
Tudo que ela aprendeu foi nas primeiras quatro séries que cursou, quando criança. Contudo, era de uma sabedoria sem par.
Descobri que minha mãe era uma decoradora de grandes qualidades, à medida que eu crescia e observava que ela sempre tinha um local no melhor móvel da casa, para as pequenas coisas que fazíamos na escola, meu irmão e eu.
Em nossa casa, nunca faltou espaço para colocar os quadrinhos, os desenhos, os nossos ensaios de escultura em barro tosco.
Tudo, tudo ganhava um espaço privilegiado. E tudo ficava lindo, no lugar que ela colocava.
Descobri que minha mãe era uma diplomata, formada na melhor escola do mundo (nosso lar), todas as vezes que ela resolvia os pequenos conflitos entre meu irmão e eu.
Fosse a disputa pela bicicleta, pela bola, pelo último bocado de torta, de forma elegantemente diplomática ela conseguia resolver. E a solução, embora pudesse não agradar os dois, era sempre a mais viável, correta, honesta e ponderada.
Descobri que minha mãe era uma escritora de raro dom, quando eu precisava colocar no papel as ideias desencontradas de minha cabecinha infantil.
Ela me fazia dizer em voz alta as minhas ideias e depois ia me auxiliando a juntar as sílabas, compor as palavras, as frases, para que a redação saísse a contento.
Descobri que minha mãe era enfermeira, com menção honrosa, toda vez que meu irmão e eu nos machucávamos.
Ela lavava os joelhos ralados, as feridas abertas no roçar do arame farpado, no cair do muro, no estatelar-se no asfalto.
Depois, passava o produto antisséptico e sabia exatamente quando devia usar somente um pequeno band-aid, o curativo ou a faixa de gaze, o esparadrapo.
Descobri que minha mãe cursara a mais famosa Faculdade de Psicologia, quando ela conseguia, apenas com um olhar, descobrir a arte que tínhamos acabado de aprontar, o vaso que tínhamos quebrado.
E, depois, na adolescência, o namoro desatado, a frustração de um passeio que não deu certo, um desentendimento na escola.
Era uma analista perfeita. Sabia sentar-se e ouvir, ouvir e ouvir. Depois, buscava nos conduzir para um estado de espírito melhor, propondo algo que nos recompusesse o íntimo e refizesse o ânimo.
Era também pós-graduada em Teologia. Sua ciência a respeito de Deus transcendia o conteúdo de alguns livros existentes no mundo.
O seu era o ensino que nos mostrava a gota a cair da folha verde na manhã orvalhada e reconhecer no cristal puro, a presença de Deus.
Que nos apontava a fúria do temporal e dizia: Deus vela. Não se preocupem.
Que nos alertava a não arrancar as flores das campinas porque estávamos pisando no jardim de Deus. Um jardim que Ele nos cedera para nosso lazer, e que devíamos preservar.
Ah, sim. Ela era uma ecologista nata. E plantava flores e vegetais com o mesmo amor. Quando colhia as verduras para as nossas refeições, dizia: Não vamos recolher tudo. Deixemos um pouco para os passarinhos. Eles alegram o nosso dia e merecem o seu salário.
Também deixava uns morangos vermelhinhos bem à mostra no canteiro exuberante, para que eles pudessem saboreá-los.
Era sua forma de manifestar sua gratidão a Deus pelos Seus cuidados: alimentando as Suas criaturinhas.
Minha mãe, além de tudo, foi motorista particular. Não se cansava de ir e vir, várias vezes, de casa para a escola, para a biblioteca, para o dentista, para o médico, para o teatro e de volta para casa.
Também foi exímia cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá. E tudo isto em tempo integral.
Como ela conseguia, eu não sei. Somente sei que agora ela está na Espiritualidade. E Deus, como recompensa, por tantas profissões desempenhadas na Terra, lhe deu uma missão muito, muito especial: a de anjo guardião dos filhos que ficaram na bendita escola terrena.

Redação do Momento Espírita

Quando Deus criou as Mães


Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação. 
Em quê, afinal de contas, ela era tão especial? 
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado. 
Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado. 
Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse. 
Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada. 
Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola. 
Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado. 
Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra. 
O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora. 
Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos. 
De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor. 
Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade. 
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.
Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão. 
Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas. 
Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida. 
Uma mulher. Uma mãe.

* * *

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem. 
Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.
Redação do Momento Espírita

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Convivendo com Chico Xavier


Por quase 40 anos, Dinorá Cândida Fabiano acompanhou bem de perto a vida de Chico Xavier. Apresentada a ele por um casal de amigos para quem trabalhava anteriormente, começou a ajudá-lo nos afazeres domésticos e no preparo de suas refeições. Nos últimos tempos, quando a saúde do médium já se encontrava fragilizada, Dinorá passou a cuidar dos horários dos remédios e a preparar alimentos mais leves, conforme a prescrição médica. “Ele sempre foi muito disciplinado, seguia à risca tudo que o médico falava. Chico dizia que a comida deveria ser algo que não lhe pesasse no estômago”, afirmou.
Para as pessoas em geral, é impossível acreditar que Chico Xavier também tinha seus momentos de bronca. Porém, segundo Dinorá, ele dizia que tudo tinha sua hora certa e gostava que as pessoas ao seu redor seguissem suas recomendações. Quando algo não lhe agradava, chamava a atenção com toda a educação, para que ninguém se sentisse ofendido. “Certa vez, mudei os móveis de lugar sem lhe consultar. Ele esperou passar alguns dias e, durante o almoço, começou a contar um caso de um amigo, em Pedro Leopoldo, que gostava de trocar os objetos de lugar. Disse que, um dia, Emmanuel lhe explicou que toda pessoa que fica trocando as coisas de lugar muda de humor a todo momento. Entendi o recado e fiquei sem graça”, contou.
 Nesta entrevista, Dinorá fala um pouco mais sobre o dia-a-dia do médium mineiro, seu relacionamento com ele e as lembranças que guarda desses vários anos de convivência.
Quando foi a última vez que viu Chico Xavier?
Dinorá Cândida Fabiano – Foi no domingo em que ele desencarnou. Chico tomou banho com a nossa ajuda e comeu um lanche. Depois, disse que estava com muito sono e precisava dormir, isso por volta de 18h30. Pensamos que era cansaço do trabalho do dia anterior e, também, pelo fato de ter dormido pouco durante à noite. Aliás, ele sempre dormiu pouco tempo, uma média de três horas. Ninguém percebeu nada e, quando voltei para casa, o filho dele me ligou logo em seguida para dar a notícia de sua passagem. Eu mal acreditei. No sábado, ele estava muito alegre, conversou bastante, estava esperto. Foi ao centro à noite, olhou alguns livros e disse que a luta havia sido grande, mas tinha valido a pena. Chico contou casos e falou que estava muito feliz por estar no meio das pessoas de quem gostava.
Qual a maior lembrança que a senhora guarda dele?
Dinorá – Só tenho lembranças do Chico com aquele sorriso alegre, sinto-o vivo até hoje. Para mim, ele foi tudo.
Como Chico era em seu dia-a-dia?
Dinorá – Ele era uma pessoa muito boa, não tenho nem palavras para explicar sua bondade, parece que nos tornamos uma família. Embora convivesse diariamente com ele, achava que já tinha tarefa demais, então, quase não fazia perguntas. Chico sempre falava que, se eu chegasse e ele estivesse conversando, que não sentisse medo, pois estava com os espíritos. Quando ele se sentia mais forte, passava o dia escrevendo, parava somente para as refeições e o banho, além de andar com os papéis nas mãos por toda a casa. Mesmo depois de doente, ele sempre foi uma pessoa muito animada. Quando era dia de ir à Casa da Prece, eu lhe perguntava se não queria faltar, pois estava muito fraco, e ele dizia que precisava ir, que tinha um compromisso. Apesar de estar muito doente nos últimos tempos, com as mãos fracas, Chico nunca deu qualquer demonstração de desânimo.
Quais eram os horários dele?
Dinorá – Tudo sempre tinha o seu horário determinado. O café da manhã era por volta de 7h30, quando comia torrada com chá. Almoçava ao meio-dia, tomava banho às 17h e, uma hora depois, tomava o lanche da tarde, sua última refeição do dia, geralmente com algo bem leve, como uma sopa ou torrada com chá novamente.
Quais eram os pratos preferidos dele?
Dinorá – Uma sopa, um frango cozido com caldo, queijo assado no álcool. Inclusive, foi ele quem me ensinou a preparar. Mas o que ele adorava era doce, principalmente de leite e de cidra. Na época em que ainda tinha saúde, ele também gostava bastante de cozinhar e fazia isso muito bem, os doces dele eram muito saborosos.
O que Chico mais gostava de fazer?
Dinorá – Escrever e ler. Sempre que psicografava uma mensagem, ele a lia para mim.
Ele tinha gosto de ver televisão ou ouvir música?
Dinorá – Ele quase não via televisão, mas quando estava bem de saúde, gostava de escrever ouvindo música clássica em alto volume.
Para encerrar, como a senhora se sente ao ter trabalhado tanto tempo para uma pessoa tão amada e respeitada como Chico Xavier?
Dinorá – Ele sempre foi uma gracinha de pessoa, muito engraçadinho. Quando estava bem de saúde, ria das piadas que lhe contavam, parecia um menino. Valeu a pena cuidar dele durante todo esse tempo. Chico era uma pessoa bastante especial, com uma educação fora da conta, tratando a todos com muito carinho e respeito. Pouco antes de começar a trabalhar para ele, aconteceu uma coisa bem curiosa. Tive um sonho no qual a esposa do senhor para quem eu trabalhava na época me levava até o Chico, pois eu estava com muita dor de cabeça. Sentei na cama e ele me deu um passe. Então, senti algo como um chuveiro despejando uma água gostosa em minha cabeça e, em seguida, melhorei. Dias depois, fui trabalhar para o Chico e, ao entrar no quarto dele, vi que era para lá que havia ido no sonho.
Escrito por Érika Silveira

terça-feira, 7 de maio de 2013

A Inveja


A inveja é definida nos léxicos como "desgosto, mortificação, pesar causado pela vista da alegria, propriedade ou êxito de outrem, acompanhado do desejo violento de possuir os mesmos bens”.
Dela se originam as rivalidades, as maledicências, os juízos temerários e quejandos, de tão más consequências.
Eis alguns exemplos da malignidade da inveja:
Duas moças, colegas de estudo, dão-se às mil maravilhas. Uma delas começa a ser cortejada por um rapaz, corresponde-lhe e se tornam noivos. É quanto basta para que a outra, por não ter tido a mesma ventura da "amiga", passe a destratá-la, mal suportando sua presença.
Determinado cidadão vai levando sua vida em paz, satisfeito, preocupação nenhuma. Um belo dia, entretanto, assiste à entrega de soberba geladeira na casa do vizinho. A partir desse momento, perde o sossego, considerando-se um desgraçado, só porque suas posses não lhe permitem adquirir também um refrigerador, sem o qual sempre passou muito bem.
Fulano e Beltrano trabalham na mesma empresa, onde desempenham idênticas
funçôes. Fulano é pontual, tem iniciativa, absorve-se no serviço, põe nele toda a alma, esforçando-se constantemente para aperfeiçoar sua qualificação profissional; além disso é educado, cooperador e alegre, qualidades essas que o credenciam a sucessivas promoções. Beltrano é o reverso da medalha e por isso fica para trás, mas, ao invés de reconhecer a superioridade de Fulano e imitá-lo, procura criar-lhe embaraços, incompatibilizá-lo com os demais companheiros, etc, fazendo-se, enfim, desafeto gratuito dele.
Por essas coisas é que se diz, com muita graça, que o invejoso emagrece com a
engorda dos outros. Espíritos assaz imperfeitos que somos, acontece-nos, às
vezes, vertermos algumas lágrimas sentidas, compartilhando da dor ou da tristeza de outrem; mui raramente, porém, seremos Capazes de regozijar-nos, sinceramente, com a prosperidade alheia. O mais comum é sermos tomados de inveja e, subestimando ou deturpando o merecimento do próximo, atribuirmos, em comentários venenosos, a melhoria deste a uma proteção vergonhosa,
o enriquecimento daquele ao uso de processos escusos, a glória daquele outro a
razões menos dignas.
Nem mesmo aqueles que tiveram íntima ligação com Jesus, privando de seu salutar convívio, estavam imunes dessa peçonha.
Haja visto o procedimento de João com certo homem que vinha obtendo êxito na expulsão de demônios: proibiu-o de continuar a fazê-lo, simplesmente porque não fazia parte do grupo que seguia o Mestre (Luc., 9:49).
Lendo-se os apontamentos de Marcos, percebe-se que cada um dos apóstolos
pretendia ser "o maior”, dando assim ensejo a que a inveja, vez por outra, tornasse tensas as relações entre eles. Tiago e João, um dia, chegaram a postular a Jesus que, quando estabelecesse seu reino de glória, reservasse
ao primeiro assento à sua direita, e “o segundo, à sua esquerda, petição essa que provocou a indignação dos outros dez (9:33; 10:36-38).
O Espiritismo (e todas as religiões) aponta a inveja como sentimento antagônico do amor, esclarecendo-nos ser preciso bani-la de nossos corações, sem o que não conseguiremos ser felizes. E o Evangelho, na Parábola do Filho Pródigo, nos oferece magnífica ilustração dessa verdade. Nela se conta que um homem teve dois filhos, o mais novo dos quais, pedindo ao pai a parte da fortuna que lhe
caberia por herança, partiu para terras distantes, onde dissipou tudo, dissolutamente, vindo a ficar na miséria. Começou então a padecer fome e resolveu voltar a penates, certo de que seria perdoado. O pai, realmente, o acolheu de braços abertos, com efusão de júbilo, ordenando até que se
preparasse uma festa para comemorar sua volta. Já o irmão, ao saber que o estróina fora acolhido carinhosamente e reintegrado na família com todos os direitos, devorado pela inveja, revoltou-se contra o próprio pai e, apesar de instado por ele para que entrasse em casa e participasse do banquete e das
danças, recusou-se a fazê-lo. Como é fácil de entender-se, a casa paterna, aí, simboliza o Reino do Céu, cujas portas estão sempre abertas para quantos queiram adentrá-lo.
Muitas e muitas vezes, porém, a exemplo do primogênito da parábola, nos mantemos fora, privando-nos de suas alegrias, porque em nós a inveja é ainda mais forte que o amor.
FONTE - Calligaris, Rodolfo em PÁGINAS DE ESPIRITISMO CRISTÃO, ed. FEB
NÓS, O BEM E OS ESPÍRITOS SUPERIORES
“O esforço de cada dia é o ascendente legítimo da coroa do êxito no século.
Cada um de nós aproveitará os minutos, santificando-os com o serviço renovador, se desejamos alcançar as obras que nos comprometemos
realizar”. Emmanuel
“Quando apresentamos, em qualquer serviço, o nosso título de
boa vontade, Jesus faz o texto em nosso favor”. Emmanuel
“Pranto, soledade, amargura, incompreensão nos que amamos, sede espiritual, feridas, pesadelos, vigílias dolorosas, tempestades morais e golpes da senda
representam o serviço do Divino buril sobre nós”. Isabel Cintra
”Não gastes somente com a tua vida o que poderia servir para sustentar dez outras”. Emmanuel

domingo, 5 de maio de 2013

Higienizemos a Casa Mental


Harmonia emocional e equilíbrio psíquico são estados d'alma que não devem ser descurados pelo homem (espírito reencarnado) transitando num mundo inferior, onde hábitos de higiene objetivando a saúde do corpo são realizados com o melhor dos esmeros, em obediência às conquistas éticas em volta do asseio.
Vejamos que, com facilidade e imediatismo, recorremos à farmacopeia quando as disposições físicas cambaleiam e as disfunções psíquicas entram na faixa dos distúrbios perturbadores, assim mostrando o nosso respeito e apreço pela indumentária carnal. Não adiemos, de igual modo, a terapia evangélica que sempre haverá de nos proporcionar a saúde espiritual.
Quando mais drástica é a saúde do corpo, a cirurgia é chamada à extirpação de órgãos enfermos e os transplantes deles acontecem favorecendo a continuidade da existência no plano da carne. Por que então recear amputar do organismo moral os tumores malignos da inveja, do egoísmo, da insensibilidade diante da dor alheia, da violência, da busca desenfreada dos gozos sensuais...? São viroses de alto risco que também precisam de medicação eficaz no seu combate, fixadas em nosso campo psíquico, contaminando todos os departamentos da alma, porque foram instaladas em vivências reencarnatórias do passado e prosseguem sendo alimentadas pela insensatez humana.
Jamais desprezaremos o uso de analgésicos e calmantes nas horas de aliviar as dores.Assim, também, não deixemos de usar a oração que adormece as paixões, acalma as intemperanças, alivia os tormentos, tonifica o ânimo, empurra para o alto a criatura adormecida pelas ambições terrenas perecíveis. Orar é medicar-se, minimizando angústias e reorganizando programas de trabalho no bem.
As academias de ginástica proliferam em todos os recantos das grandes e pequenas cidades, oferecendo aos praticantes de ginástica terapêutica a preservação das formas físicas e a longevidade orgânica, o que é mais do que válido e louvável. Entretanto, não nos recusemos ao exercício da caridade como ginástica terapêutica por demais eficaz à manutenção do nosso acervo espiritual, o qual é da nossa competência preservar na caminhada redentora em que estamos engajados.
Nossa instrumentalidade carnal tem direito, segundo a lei divina de Conservação, a todo recurso que a possa conservar à disposição do Espírito para que absorva as experiências que se fazem necessárias na vivência terrena com vistas à vida espiritual. Todavia, a alma, no casulo da carne, requer cuidados especiais que devem e precisam ser atendidos por nós sem postergação, sob pena de esmagarmos mais tarde os rigores da lei de causalidade, sempre pronta a cobrar pelos nossos desvios neste ou naquele campo de atividades.
Vejamos que os lares domésticos não prescindem de lixeiras, canos por onde escoam detritos, a fim de que a vida se torne agradável, boa de ser vivida. Mas, por que dispensar o uso de depósitos de lixo e esgotos de origem moral/espiritual para neles atirarmos os detritos morais que acalentamos em nossas casas mentais? Façamos isto para desfrutarmos de ambiências saudáveis, sem lixos miasmáticos mentais que não devem fazer parte de nosso cotidiano.
Conversas maledicentes, censuras despropositadas, discussões em torno de temas vulgares, pensamentos deprimentes fazem parte de um lixo não visto pelos olhos humanos, mas que é uma realidade de ordem moral, cuja limpeza nos propiciará a fruição do equilíbrio espiritual.
Reprochemos de nossos ouvidos assuntos perturbadores que causam inquietude, conversas deprimentes que desajustam a descrição de cenas violentas que estimulam o desequilíbrio emocional. Evitamos, deste modo, os lixos morais que infestam e intoxicam a nossa mente, por se fixarem em região de difícil acesso: o inconsciente do homem. A aparência das pessoas que carregam habitualmente esses miasmas são fascinantes, mas por momentos. Na realidade, a aparência vai revelando, com o tempo, sintomas profundamente infelicitadores em qualquer situação que atue a alma que a carrega.
Preservando o Espírito, manteremos o corpo sadio, passando ele a gozar a paz de que todos precisam.
Sempre nos é facultado encontrar a saúde da mente que foi perdida, ao escorregarmos no lodo do erro, na fuga aos deveres, no desrespeito ao direito alheio...
Se porventura ainda não fomos contaminados, vamos nos poupar. De que maneira? Ouvindo JESUS, que identificou as fraquezas humanas e, preocupando-se com elas, receitou as súplicas contidas na oração dominical, dizendo ao Pai "que nos livre do mal", e que "não nos deixe cair em tentação".
Em tudo e por tudo é bem mais fácil usufruir de felicidade antes de sermos contagiados pelos vírus calamitosos de ordem mental, dessa forma evitando as ocorrências prejudiciais.
ADÉSIO ALVES MACHADO
Escritor, Orador e Radialista.
Autor dos livros: Ser, Crer e Crescer - Elucidações Para uma Vida Melhor;
Diálogo com Deus - Preces de MEIMEI e Verdades que o tempo não apaga
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Mensagem de Bezerra de Menezes


Meus filhos,
Guarde-nos o Senhor na Sua Paz.
Não obstante as ameaças de confrontamento, que se anuncia com os objetivos maléficos da guerra que parece inevitável, os discípulos do Evangelho permanecemos confiados na paz.
Diminuem as sombras que toldavam as relações entre as grandes potências da Terra, mas, porque o Planeta é de provas e de expiações, irrompe, inesperadamente, uma densa treva que parece o prenunciar de uma hecatombe de consequências funestas.
Apesar disso, os seguidores de Jesus, trabalhamos pela paz.
Diante das injunções dolorosas que se apresentam, é imprescindível que mantenhamos a flama do ideal, a fim de que tremule acima de todas as vicissitudes, apontando rumo como a esperança que não pode faltar na busca da felicidade humana.
Repetem-se os dias ásperos do Cristianismo primitivo, quando a mensagem de Jesus penetrou nos corações que foram invitados a abandonar as carnificinas habituais, para pautar a conduta pela solidariedade e o exercício do amor fraternal.
São inevitáveis , neste momento, as dores superlativas, as inquietações de largo porte, as dificuldades-desafio.
Jesus convida-nos ao testemunho, como outrora Ele próprio testificou a legitimidade do mandato de que Se encontrava investido, para que os homens soubéssemos ser Ele, o excelente Filho de Deus, o modelo e guia para toda a Humanidade.
Certamente, depois d’Ele, os testemunhos ficaram circunscritos às arenas, ao exílio, à perseguição de grupo, de clã, estabelecendo a separação entre o trigo e o joio. Mas, também, ainda hoje é assim, meus filhos. Não nos iludamos, as balizas da arena cresceram muito e as feras que estavam em jaulas e subterrâneos esfaimadas, aguardando o momento do holocausto dos servidores do Ideal, agora estão dentro de nós, em torno de nós, disfarçados, porém, não menos ameaçadoras e cruéis.
Temos necessidade de porfiar no combate, mantendo o idealismo e a confiança irrestrita em Deus, valorizando a honra da fé que nos abraça.
Que outros discutam inutilmente; que diversos permaneçam distraídos na tribuna das controvérsias que não levam a lugar algum; que um grande número aplique o seu tempo no verbalismo vazio e na busca das coisas insignificantes, sem preocupação com as questões palpitantes e de importância para equacionar; que vários proíbam, cerceando os espaços da liberdade que deve viger em todos os corações e mentes que encontraram o Evangelho de Jesus. A nós nos cumpre o dever da retidão, pensar e agir corretamente, amar sem discriminação, compreender sem reserva, e dar aos outros o direito de serem conforme podem, mas, a nós próprios, nos impormos o compromisso de renovação a cada instante, para melhor, realizando com eficiência a tarefa que nos está reservada.
O conhecimento da Doutrina Espírita é portador de libertação, porque traz, no seu bojo, a verdade revelada a Allan Kardec, que prossegue abrindo espaço nas mentes e alargando os horizontes para a vida.
Fomos convidados, sim, para espalhar a luz que não pode ficar impedida pelas nossas limitações e pequenezes. Que dentro de nós vibre o pensamento do Cristo, e atue através da nossa conduta a beleza da mensagem espírita que, em breve, modificará o pensamento na Terra e expulsará, por definitivo, a guerra, o medo, a insatisfação, gerados pelo egoísmo, que cederá o passo ao altruísmo, que Jesus nos ofereceu na lição sacrossanta da caridade.
Unamo-nos, meus filhos! Às agressões, retribuamos com o perdão; à maledicência, ofereçamos a generosidade da compreensão; à violência que ergue a mão para nos afligir, doemos a solidariedade fraternal, contra a qual, nenhuma força humana pode lutar. O mal vale o investimento que lhe oferecemos: se não o valorizarmos, mediante a nossa permanência no bem ele deixará de ter significado, perderá a razão de ser, passando a plano secundário e desaparecendo. O mal, que não vemos, porque estamos espalhando o bem, vai absorvido como a sombra que desaparece no jato da luz.
A nossa é a tarefa de servir e de amar, preparando o advento do mundo melhor, que já se anuncia e chega lentamente.
Como é verdade que os homens se preparam para o lamentável confronto, no qual a guerra ainda não foi descartada, não menos verdade é que os homens, que representam as comunidades superdesenvolvidas, já se preocupam em parlamentar, discutir e encontrar os meios diplomáticos para equacionar os seus problemas, dirimindo as dificuldades que aparentemente os separam.
A verdade, que promana de Deus alcança a todos. Assim, trabalhemos com acendrado amor e com esforço incessante, para que o Espiritismo realize a transformação social da Terra, como previsto pelo Codificador, e anunciados pelos embaixadores do céu. Este é o dever impostergável, para o qual aqui nos reunimos, discutindo e estabelecendo diretrizes de equilíbrio e de segurança.
Não estais a sós, e o sabeis! Não vos reunis aqui para encontro de opiniões desassizadas, mas, irmanados pelo ideal de realizar o que seja de melhor para o Movimento e o de mais útil para as criaturas humanas.
Porfiai, Jesus espera muito de nós, assim como a Ele entregamos os nossos destinos!
Continuai filhos, certos de que o triunfo, que não tarda, tomará conta dos nossos corações em forma de plenitude e de paz.
Abençoe-nos o Senhor e que, entre nós, permaneça Sua paz, são os votos do amigo e servidor humílimo e paternal de sempre.
Franco, Divaldo Pereira. Pelo Espírito Bezerra de Menezes. Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, no encerramento da reunião matinal do Conselho Federativo Nacional, na Federação Espírita Brasileira, no dia 17 de novembro de 1990, em Brasília, DF. Fonte: http://www.divaldofranco.com.br/mensagens.php?not=277.
* * * Estude Kardec * * *

Caso Ana Garcia de Castro


A família de Ana Garcia de Castro residia na Fazenda Ribalta, de propriedade de Alfredo Vilela de Andrade, na Estação Delta, próxima de Igarapava (Minas Gerais).
Ana, com dezessete anos de idade, teve uma forte gripe e, em conseqüência, passou a sofrer de uma infecção pulmonar; tossia, tinha febre alta, emagreceu demais. Seu pai, Francisco Garcia, empreiteiro na fazenda, procurou em Igarapava o Dr. Pondé; mas, o médico, achando longe a Estação de Delta pediu-lhe que trouxesse Ana ao consultório, o que era impossível devido à fraqueza física e ao fato de que a viagem teria de ser a cavalo. Para livrar-se, então, do caso, receitou o Dr. Pondé alguns comprimidos... E Ana piorava dia a dia. Foi quando o dono da fazenda, Alfredo Vilela de Andrade, aconselhou Francisco Garcia a procurar Eurípedes Barsanulfo, e deu-lhe, em seguida, uma carta de apresentação, embora desnecessária.
Francisco Garcia seguiu a cavalo nessa mesma madrugada para Sacramento. Chegou pela manhã. Ao misturar-se com o povo em frente à farmácia “Esperança e Caridade” ouviu, com surpresa, Eurípedes Barsanulfo dizer alto:
- Acaba de chegar da Estação de Delta um homem com uma carta de meu amigo Alfredo Vilela. Esse homem pode aproximar-se...
Francisco Garcia levou um choque. Como o médium soubera que Alfredo Vilela lhe enviara uma carta? E que o portador desconhecido havia chegado naquele instante? Ergueu o braço e aproximou-se com o envelope na mão.
- Eis a carta. Vim porque minha filha está muito doente...
-  Dê-lhe este remédio. Vai fazer bem! respondeu Eurípedes Barsanulfo, mas com um sorriso...
Francisco Garcia agradeceu, montou no cavalo e regressou à fazenda. E teve uma surpresa: sua filha Ana, sem febre, sem tosse, sem dor nos pulmões, alimentava-se!
Alfredo Vilela, que era espírita, explicou, então:
- Enquanto você foi, de madrugada, para Sacramento, Eurípedes Barsanulfo, em espírito, atendendo à prece que fiz, veio à fazenda ver Ana! E, materializado por alguns minutos, curou-a. Não há mais necessidade dela ingerir o remédio que Eurípedes lhe deu, sorrindo...
Francisco Garcia converteu-se ao Espiritismo.
O caso que acabamos de relatar nos foi transmitido em São Paulo pela própria sra. Ana Garcia de Castro.
RIZZINI, Jorge. Eurípedes Barsanulfo: o Apóstolo da Caridade. Correio Fraterno. Capítulo 6.
* * * Estude Kardec * * *

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Não se esqueça de quem você é!


Você pode estar sofrendo e reclamando dos problemas da sua vida, lamentando-se pelo número de situações negativas, as quais estão sucessivamente sendo atraídas para você.
Dores, doenças, crises e conflitos diários, falta de prosperidade, falta de sucesso pessoal, ansiedade e saúde frágil. Tudo isso tem uma causa: você se esqueceu!
Esqueceu-se de que quando olha para dentro de você, com sinceridade e analisa cada problema, na sua causa essencial, tem grandes chances de ser feliz!
Esqueceu-se de que quando você reclama dos sofrimentos é porque preferiu achar culpados. Você se esqueceu de que se algo vai mal, você pode mudar com base em ações novas, pensamentos modificados e hábitos renovados.
Esqueceu-se de que a força da sua alma é ilimitada e o tempo que você desperdiça focando na lamentação dos problemas é o mesmo precioso tempo que você poderia utilizar para sintonizar-se com a sua alma e com a força da sua espiritualidade. Você se esqueceu de concentrar tempo em reconhecer os seus princípios, virtudes e valores, pois eles são a sua força! 
Esqueceu-se de buscar o caminho para a realização da missão da sua alma, pois esse é o caminho da verdade do seu espírito.
Esqueceu-se de querer ser feliz.
Você se distraiu... Você se esqueceu... Você se alienou da sua causa maior...
Pare agora! Analise a sua vida com as lentes da sua alma.
Dê uma nota de 0 a 10 para cada aspecto importante de sua vida e não pare de agir até que todos eles estejam nota 10!
Com atenção a isso, você nunca se esquecerá!
Quais são os seus sonhos?
O que você está fazendo para alcançá-los?
A forma como você está agindo atualmente vai lhe levar até onde?
Pense, reflita, reforme-se.
Lembre-se de quem você é e ilumine-se!
Escrito por Bruno Gimenes

terça-feira, 30 de abril de 2013

O Homem de Bem


O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade,  na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.
Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas  ou expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.
O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.
Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam.
Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor.
Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.
É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado."
Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.
Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.
Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros.
Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.
Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões.
Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.
O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. (Cap. XVII, nº 9.)
Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus.
Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz.
O Evangelho Segundo o Espíritismo – Cap. XVII – Sede Perfeitos